Este blogue chegou hoje (17-09-2015) às 66666 vizualizações

A minha foto
Vila Nova de Gaia, Portugal

terça-feira, 3 de março de 2015

LIVROS PARA VENDA

CADA LIVRO 10€



A Bico de Penna por Coelho Netto:
Livro em bom estado, tendo apenas um pequeno corte na contracapa, lado esquerdo inferior .
No seu interior «Mau é o lavrador que compra aquilo que a terra lhe pode dar».


Immortalidade por Coelho Netto:
Pesquisei, e só encontrei notícias sobre a data de edição referentes ao ano de 1926! Este tem impresso o ano de 1925.
Feira Livre por Coelho Netto:
No seu interior uma passagem, que nos parece actual « Viam longe os gregos - e não dispunham, entretanto, de oculos de especie alguma) - que, antes de Hesiodo, Pai da Estatística, fazer o recenseamento dos deuses na Theogonia, já avistavam nas brumas do tempo o que ha de mais desunido em materia de allianças, que é a chamada Liga das Nações». Podemos actualizar para União Europeia.

Tendo sido publicado em 1926, pensamos que foi escrito em 1923 «... basta vêr, no Pavilhão Português, a exposição das pratas da Casa Reis, Porto.».

Recordar é viver por Joaquim Costa:
No seu interior « Não compreendo por que motivo a máscara é privativa do Carnaval, se há tanta gente que não procura época determinada para a afivelar na face, andando o ano inteiro mascarada.».

Electra por Pérez Galdóz:
Versão portuguesa de Ramalho Ortigão.

Jornada Romântica por João Grave:
No seu interior «Esta bemdita pátria cheira mal e é torpe o espectáculo que ela oferece à minha inteligência e ao meu sentimento... Desconfio que o mau cheiro que de Portugal se exala provém da decomposição das consciências... Com mil diabos! Os políticos, especialmente, são úlceras vivas. Toca a fugir à gangrena.».
Assim escrevia João Grave em 1912.



segunda-feira, 2 de março de 2015

Cernada: São João de Areas

Cernada aparece referenciada nas Inquirições de D. Afonso III (1258):

 Texto retirado: Portvgaliae Monvmenta Historica 

 No Cadastro da população do Reino (1527). o lugar [*] tinha 4 moradores; scilicet fogos.
[*] Em história não basta; mesmo havendo omissão no texto, acreditamos pela sua antiguidade e localização, que é a Cernada, que o autor se refere.

 No censo de 1911 tinha: 37 fogos, e 145 habitantes.
No censo de 1940 tinha: 57 fogos, e 148 habitantes.
No censo de 1960 tinha: 59 fogos, e 166 habitantes.
No censo de 1970 tinha: 44 fogos, e 140 habitantes.
No censo de 1991 tinha 49 fogos, e 102 habitantes.


Vista parcial de Cernada.
Rua da Portela: micro-topónimo, que nos indica a "fronteira" do couto de São João de Areias.
Lagareta no interior da aldeia.
Outra perspectiva da lagareta. Primeiramente pensamos que as covas quadradas eram para auxiliar na subida; depois verificamos que não. Desconhecemos para que serviam.
Sem comentários...
Mais uma antiga casa, que passou a moderna. Será para habitação ou para mais uma arrecadação?
Boa mostra histórica de uma parede de tabique.
Uma ponte. Perguntei o nome do ribeiro a dois habitantes naturais da aldeia, desconhecem.
A esta centenária casa de habitação, chamam barraco.
Perguntaram a razão de andar a tirar fotografias aos "barracos"; respondi, que não eram barracos, mas sim, antigas e centenárias casas onde os ancestrais dos actuais residentes da aldeia (se naturais) viveram, e criaram os filhos.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

São Miguel: São João de Areias

São Miguel aparece referenciada nas Inquirições de D. Afonso III (1258):
Texto retirado: Portvgaliae Monvmenta Historica

No Cadastro da população do Reino (1527). saom migell tinha 30 moradores; scilicet fogos.

No censo de 1911 tinha: 75 fogos, e 304 habitantes.
No censo de 1940 tinha: 80 fogos, e 244 habitantes.
No censo de 1960 tinha: 85 fogos, e 242 habitantes.
No censo de 1970 tinha: 72 fogos, e 197 habitantes.
No censo de 1991 tinha 77 fogos, e 113 habitantes.








Painel de azulejos retratando a vida no campo.






segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Reinado de D. Afonso V: Cortes de 1438

Acabo de receber mais um excelente trabalho do Centro de Estudos Históricos da Universidade Nova de Lisboa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Rojão Grande: Vimieiro

 Na Era de 1019 (ano 981) aparece em documento publicado em Portugaliae Monumenta Historica: documento CXXX a designação Ragolfe, que é sem sombra de dúvidas o actual lugar de Rojão Grande.

Na era de 1175 (ano 1137) em documento do Livro Preto da Sé de Coimbra:
deinde ad illa archana que diuidit inter ragoi et pinieiro.
Seguindo para a anta (dólmen) que divide entre Rojão Grande e Pinheiro de Ázere.

No numeramento de 1527 Rojão Grande ainda era um lugar do concelho do Couto do Mosteiro.
Tinha o arrojem 18 moradores; scilicet fogos.

No censo de 1911: tinha 60 fogos, e 283 moradores.
No censo de 1940: tinha 105 fogos, e 391 moradores.
No censo de 1960: tinha 112 fogos, e 419 moradores.
No censo de 1970: tinha 103 fogos, e 319 moradores.
No censo de 1991: tinha 128 fogos, e 243 moradores.




Capela dedicada a São Simão




Café-Petisqueira O SEMEDO.

Rojão Pequeno: Pinheiro de Ázere

No Numeramento de 1527: o lugar derroquey tinha 5 moradores; scilicet fogos.

No censo de 1911: tinha 11 fogos, e 48 moradores.
No censo de 1940: tinha 17 fogos, e 55 moradores.
No censo de 1960: tinha 20 fogos, e 55 moradores.
No censo de 1970: tinha 16 fogos, e 39 moradores.
No censo de 1991: tinha 30 fogos, e 45 moradores.

Quinta do Rojão-Pequeno em trabalhos de restauro.

No interior da pequena aldeia; encontramos o alcatrão. Assim se gasta o dinheiro em obras, que mais não fazem, que destruir o encanto das calçadas antigas. Depois dizem que a câmara de Santa Comba Dão está falida.

«José Carlos Juzarte Corte-Real, da Quinta do Rojão-Pequeno, concelho de S. João de Areias, que por morte de seu pai lhe foi devolvida a sucessão do Morgado dos Juzartes, do qual é actual administrador, pede o registo do mesmo em 24 de Fevereiro de 1863.
Filho de: José Carlos Juzarte.

Vínculo instituído por escritura de 24 de Abril de 1661, por Domingos Juzarte, seu filho o licenciado João Juzarte e esposa Felipa Mendes Correia, no lugar de Rojão-Pequeno, termo da vila de Pinheiro de Azere, e avinculado à Capela de Santo António, com a condição de que o senhor da dita obrigação  usar o sobrenome de JUZARTE»

Detentor: Arquivo da Universidade de Coimbra