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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
ORATIO HABITA IN SEMINARIO LUCENSI
ORATIO HABITA IN SEMINARIO LUCENSI
X. CAL. JUNII MDCCLXIV.
CUM PRIMUM
AD ILLIUS URBIS ARCHIEPISCOPALEM SEDEM
ASCENDIT JOANNES DOMINICUS MANSI
CONGREGATIONIS MATRIS DEI
TOTO ORBE CLARISSIMUS.
OLISIPONE.
MICHAELEM MANESCALIUM, 1768.
Este é o segundo exemplar conhecido. O outro está na Universidade de Coimbra.
Base de Dados 32-2016-R
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
OS GRANDES MALES E OS GRANDES REMEDIOS
Primeira edição de MDCCCLXXXIII com 739 páginas e 92 litografias pela "Lithographia Guedes, rua da Oliveira ao Carmo, 12".
Base de dados 28-2016-250
terça-feira, 26 de abril de 2016
Memórias Paroquiais Mangualde: o livro
Na página 88 o seu autor escreveu:
"Os dados de José Cornide têm de ser lidos e interpretados com muita prudência e até com algumas reservas. Trata-se de um espanhol, que percorreu todo o Portugal em pouco mais de um ano. Portanto, não teve tempo de inventariar convenientemente os dados quantitativos em termos demográficos. Devem ter sido colhidos por estimativa, junto de determinados informadores. Por outro lado, a sua viagem e respectivo relatório não pode deixar de ter objectivos políticos, concretamente apurar em termos aproximados a população e o número de soldados disponíveis."
O autor desconhecia, que José Cornide foi buscar os dados ao Censo de Pina Manique.
Já agora, devemos fazer uma correcção quanto à afirmação de Joaquim Veríssimo Serrão, que teria sido ele o primeiro a publicar o Censo. Tal afirmação não é correcta, foi José Cornide.
"Os dados de José Cornide têm de ser lidos e interpretados com muita prudência e até com algumas reservas. Trata-se de um espanhol, que percorreu todo o Portugal em pouco mais de um ano. Portanto, não teve tempo de inventariar convenientemente os dados quantitativos em termos demográficos. Devem ter sido colhidos por estimativa, junto de determinados informadores. Por outro lado, a sua viagem e respectivo relatório não pode deixar de ter objectivos políticos, concretamente apurar em termos aproximados a população e o número de soldados disponíveis."
O autor desconhecia, que José Cornide foi buscar os dados ao Censo de Pina Manique.
Já agora, devemos fazer uma correcção quanto à afirmação de Joaquim Veríssimo Serrão, que teria sido ele o primeiro a publicar o Censo. Tal afirmação não é correcta, foi José Cornide.
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Mangualde,
Memórias Paroquiais de 1758
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Nelas: finalmente as fotos
Depois de várias paragens em Nelas resolvemos tirar umas fotos no centro da vila.
No Cadastro da População do Reino (1527): as nelas e roçadas 31 moradores; scilicet fogos, que nos dará uns 90 habitantes.
Estava Nelas integrada no concelho de Senhorim.
Nas Memórias Paroquiais de 1758 Nelas tinha 121 fogos, e 385 habitantes.
No censo de 1960 tinha 595 fogos, e 2053 habitantes.
No censo de 1970 tinha 660 fogos, e 1899 habitantes.
No censo de 1991 tinha 851 fogos, e 2414 habitantes.
Passeio pertença da casa do General José Tavares (séc. XVI): a pedra branca é mármore.
Largo fronteiro à casa do General José Tavares com uma estátua em honra do Escanção.
Federação dos Vinicultores do Dão.
Um excelente livro promovido pela Câmara da Vila de Nelas.
Notícia inserta no Boletim Informativo do Município de Nelas. As diferenças com a cidade de Santa Comba Dão deveriam fazer corar de vergonha muita gente "ilustre".No Cadastro da População do Reino (1527): as nelas e roçadas 31 moradores; scilicet fogos, que nos dará uns 90 habitantes.
Estava Nelas integrada no concelho de Senhorim.
Nas Memórias Paroquiais de 1758 Nelas tinha 121 fogos, e 385 habitantes.
No censo de 1911 tinha 405 fogos, e 1602 habitantes.
No censo de 1940 tinha 510 fogos, e 2046 habitantes.No censo de 1960 tinha 595 fogos, e 2053 habitantes.
No censo de 1970 tinha 660 fogos, e 1899 habitantes.
No censo de 1991 tinha 851 fogos, e 2414 habitantes.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
LIVRO DE MUMADONA
Para ver a totalidade dos documentos escritos sobre pergaminho ver aqui: http://digitarq.dgarq.gov.pt/viewer?id=1380781
O
autor da discrição do livro de Mumadona, que se encontra na Torre do
Tombo, comete vários erros de datação; desconhecemos o seu autor.
Seguindo a discrição do autor, Aveiro (por exemplo) teria comemorado o
seu milénio no ano 1929!
Este livro esta em parte transcrito apud Portugaliae Monumenta Historica; et Vimaranes Monumenta Historica. Pelo conhecimento que temos, apenas três documentos mantêm-se inéditos: cártula de troca de Vila Mediana; carta de herdade de vila de Caldelas; cártula de prazo de vila de Brito.
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