Este blogue chegou hoje (17-09-2015) às 66666 vizualizações

A minha foto
Vila Nova de Gaia, Portugal

segunda-feira, 3 de junho de 2013

CTT: os erros e a filatelia, ou história postal

Como todos sabem no passado dia 1 de Abril os portes da correspondência foram mudados; como sempre, fomos ao sítio dos CTT, e imprimimos os novos portes em vigor.
No que concerne à Posta Restante tinha-se verificado um abaixamento do porte; era 0,57, e baixou para 0,55.
Esta carta que acima mostramos, mostra isso mesmo: 0.57 porte do segundo escalão + 0.68 correspondente ao porte de 0,55 + IVA a 23%. Esta carta passou pelos serviços dos correios da Estação das Devesas, no dia 29 de Maio, e a nós foi entregue no dia 31, dia em que a fomos receber, depois de sabermos, que a Estação de Correios de Santo Ovídio tinha sido encerrada, e toda a correspondência com o código postal 4400, era para essa dita Estação das Devesas enviada.
Hoje dia 3 de Junho fomos à dita Estação das Devesas levantar mais duas cartas, que tinham sido dirigidas à Posta Restante de Santo Ovídio; para espanto nosso a funcionária, que nos atendeu, informou-nos, que o porte era de 0,70, e não de 0,68. Aceitamos a explicação da funcionária "o computador não se engana, eu sim, posso me enganar"; lá pagamos mais os dois cêntimos, e dirigimo-nos ao nosso PC, e fomos de novo visitar o sítio dos CTT. Com espanto verificamos, que o porte tinha sido alterado para o anterior valor de 0,57 + IVA = 0,70.
Poderão alguns dizer, que o porte não está correcto; é verdade, mas quem nos induziu em erro foram os serviços dos CTT, e a carta foi aceite com esse porte. Seria fácil colarmos (agora) dois selos no valor de dois cêntimos, mesmo não sendo cancelados, passariam bem, pois não é incomum circularem selos sem serem cancelados, mas isso, não faria destas duas peças notícia, e História Postal.
Assim se faz a História Postal, sem truques ou malabarismos como é apanágio  de certa gentinha, que abunda nos meios filatélicos deste país à beira mar plantado.

Cartas Patrióticas: opúsculo sidonista



Este número foi publicado em 19 de Janeiro de 1919, dia do golpe monárquico na cidade do Porto.
O curioso é que estes saudosistas miguelistas afirmavam que o "perigo monárquico" era uma invenção maçónica.

Recoloco esta mensagem, primeiramente colocada na quarta-feira 11 de Maio de 2011, pois a imagem deste opúsculo desapareceu misteriosamente!...



L

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Porto: o correio nas Memórias Paroquiais de 1758

Este trabalho encontra-se disponível em livro para consulta:
Biblioteca Nacional,  Biblioteca Municipal do Porto, Fundação Portuguesa das Comunicações e Ateneu Comercial do Porto (1).

As freguesia omissas no livro As Freguesias do Distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 de José Viriato Capela , e detectadas pelo autor, são INÉDITAS.
Posteriores trabalhos publicados, quer em formato virtual, quer em papel, deverão respeitar o autor, e ser o mesmo citado.

(1) devemos referir que não nos foi enviada alguma resposta acusando a recepção do nosso trabalho; por isto, desconhecemos se a obra oferecida ao Núcleo Filatélico do Ateneu Comercial do Porto, está disponível para consulta.

sábado, 25 de maio de 2013

BUDAPESTE: NEW YORK CAFÉ

Visitámos o mais belo café do mundo...

E como não podia deixar de ser: pacotes de açúcar para os amigos coleccionadores.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

BUDAPESTE: transportes

Este foi o passe que usamos durante a nossa estadia em Budapeste; pelo valor de 7000 Forint (aproximadamente 24 euros) viajamos numa excelente rede de transportes onde o velho e novo continuam a servir a população.
Pela parte que nos toca, no Porto isto não é possível, pois um passe deste tipo apenas dá para três dias, e custa 15 euros; ou seja, tinhamos de comprar pelo menos quatro, e no valor  de sessenta euros.

É mesmo um trólei-carro! Está na rua para servir o público. Já os tivemos a circular no Porto, mas alguém resolveu despacha-los.
Quando é que alguém despacha este tipo de gente? Pela nossa parte, ficávamos com os trólei-carros, e despachávamos os merdas da administração pública.

O eléctrico continua com a sua função: claro que é mais moderno que os do Porto, mas continua lado a lado com os mais modernos, que podemos chamar "metro de superfície".

Funicular que dá acesso para o castelo de Buda.

Um dos vários tipos de autocarros que há em Budapeste.

Estação de comboios: linha sub-urbana.

terça-feira, 14 de maio de 2013

ESZTERGOM: uma rápida visita

Palavras para quê! O Google tem lá a história desta terra. Não tem é o estado de abandono em que ela se encontra.
Acreditamos que com a reconstrução da linha férrea, que está a decorrer, e com o incremento turístico que se verifica na Hungria, esta milenar terra volte ao seu esplendor ancestral.
É verdade, fomos de autocarro até lá, pois a linha férrea está em obras! Acreditem, não há destruição da velha linha que ligava Buda a Esztergom, e no seu lugar a construção de uma auto-estrada, (como acontece em Portugal).

Aproveitamos a ocasião natural.

Lá, como cá a destruição da industria em troca de carros alemães.

Mais um nosso aproveitamento da natureza.

O estilo Arte Nova está presente mesmo sendo em reproduções, os húngaros tem a noção do seu passado histórico, e não se afundam em estrangeirismos ridículos.

Mais um imponente edifício, que nos faz recuar ao esplendor do império austro-húngaro.
Apesar de em alguns casos dar mostras de aparente degradação, ainda se encontram em bom estado, e muito poucos mostram sinais de abandono.

Estivemos na ponte que faz fronteira com a Eslováquia. Obra imponente da época das construções  em ferro em que a Hungria é rica.

Vista da Basílica de Esztergom: Este monumento é a maior igreja da Hungria, obra de Pál Künhel, János Pach e József Hild; foi construída entre os anos de 1822 e 1869. Tem a maior pintura em tela do mundo, obra de Michelangelo Greigoletti.

Escola de Santa Isabel: a imponência dos edifícios deslumbra aqueles, que estão despertos para a beleza do passado e para as artes.

Uma raridade num país onde abundam os automóveis modernos. Nunca imaginamos encontrar tão poucos carros antigos a circular.

Bancos de jardim e plátanos descomunais abundam.

Todos os edifícios que podemos constatar são construídos em tijolo e rebocados com argamassa, dando a impressão que são edifícios construídos em pedra (era essa a nossa impressão).

Uma monumental porta onde a concha tem lugar preponderante.



Os monumentos ao cristianismo estão presentes; ou não fosse Esztergom a capital do arcebispado húngaro.

quarta-feira, 13 de março de 2013

São Jorge: Vale Cerejeira

Na antiga estrada Pedraires - São Jorge encontramos um amontoado de pequenas pedras de xisto, que formava conjuntamente com aberturas, bases retangulares de construções. Pequeno lugar outrora habitado hoje arruinado, seu nome: Vale Cerejeira.
Preservar os micro topónimos é dever de todos.