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quarta-feira, 13 de março de 2013
São Jorge: Vale Cerejeira
Na antiga estrada Pedraires - São Jorge encontramos um amontoado de pequenas pedras de xisto, que formava conjuntamente com aberturas, bases retangulares de construções. Pequeno lugar outrora habitado hoje arruinado, seu nome: Vale Cerejeira.
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Vale Cerejeira
terça-feira, 12 de março de 2013
São Joaninho: Castelo dos Mouros
Para uns Monte dos Mouros, para outros Pedrinhos Muitos: visitamos o local, e não encontramos qualquer vestígio de ocupação humana. Um amontoado de pedras sem qualquer enquadramento habitacional. Branquinho (1983) apresenta uma pedra com uns sulcos, sulcos esses que são apenas naturais ao tipo de pedra, não o sendo de obra humana; encontram-se várias pela encontra abaixo.O local foi alvo de uma plantação de eucaliptos.
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sábado, 9 de março de 2013
S. Joaninho: Lages do Orijal
Na antiga estrada, que vindo de Vila Pouca entroncava com a da Gestosa-Treixedo, encontra-se várias casas de eira de construção antiga, que denota nas redondezas haver terra fértil. Nesse local passa o ribeiro da Gestosa.
No Livro Preto da Sé de Coimbra: Et diuid&. ipsa uilla et ipsos uillares, per illã arcã que est in illo campo iuxta illo fontano inter scõ iohanne. et perget per lomba que diuid& cu termino de trexete.
Em 1944 esta arca foi destruída por um acidente (aluimento de terras). Foi o caso publicado num jornal, e ficou na memória do povo. Hoje nem as pedras, que compunham a Arca, lá se encontram.
No Livro Preto da Sé de Coimbra: Et diuid&. ipsa uilla et ipsos uillares, per illã arcã que est in illo campo iuxta illo fontano inter scõ iohanne. et perget per lomba que diuid& cu termino de trexete.
Em 1944 esta arca foi destruída por um acidente (aluimento de terras). Foi o caso publicado num jornal, e ficou na memória do povo. Hoje nem as pedras, que compunham a Arca, lá se encontram.
Do lado direito da imagem encontrava-se a "Arca", agora existe uma pequena cova, originada por alguém, que procuraria algo.
A "lomba" agora cortada pelo IP3.
Per petras fictiles...
Ubi est uia antiqua.
Imagens das casas da eira.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Mafamude no pretérito ainda perfeito
Fonte velha.
Respiro do Agueiro.
Para saber mais: http://memoriasgaiensesbibliotecadegaia.blogspot.pt/search/label/Aqueduto%20da%20Serra%20do%20Pilar
No meio da cidade, ainda é possível encontrar a ruína de uma casa com paredes em tabique: infelizmente não nos é possível mostrar a ruína com mais pormenor; mas fica o registo.
Felizmente não se lembraram de a mudar de sítio: água já não tem, mesmo que imprópria para consumo.No meio da cidade, ainda é possível encontrar a ruína de uma casa com paredes em tabique: infelizmente não nos é possível mostrar a ruína com mais pormenor; mas fica o registo.
Serve esta fonte como monumento ao 25 de Abril ou lá como o queiram chamar, pois ainda serve como memória das eleições no período revolucionário pós 25 de Abril.
Continuação da calçada, entre muros.
Vista do lavadouro, lado da bica. O desperdício de água neste país é escandaloso.
Outra vista do lavadouro. Parte da estrutura da cobertura em ferro, ainda se mantêm!
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Vila Nova de Gaia
sábado, 27 de outubro de 2012
Paranhos: ciclismo
Dispensamos esta foto por 30 euros.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Castelos: um monumento ao trabalho
Fazendo história: ver artigo "O PANORAMA" volume 4, página 350.
Ver também: "A ACTIVIDADE MINEIRA EM PORTUGAL DURANTE A IDADE MÉDIA" Luís Miguel Duarte.
Igualmente: "TRABALHOS DE ARQUEOLOGIA 50/5" IGESPAR.
Igualmente: "HISTORIA CHRONOLOGICA, E CRITICA DA REAL ABBADIA DE ALCOBAÇA".
Pelo que nos diz este blogue: http://mouramorta.blogspot.pt/search/label/Foral
Em Moura Morta, Vila Nova de Poiares, também existiam Morouços, mas foram destruídos.
A estes montes de seixos se chama: Morouços.
O que teria levado os romanos a fazerem transportar para o alto deste monte, milhares de toneladas de pedra rolada, retirada do rio Alva.
Seria trabalho escravo imposto aos lusitanos?
Estas imagens só foram possíveis após o incêndio que fustigou esta área no passado verão: a quantidade de mato, tornava impossível a visão total deste enorme conjunto de pedra rolada.
Parece ser sempre a mesma área, mas não é; tem vários hectares.
Menos volumosas, (à vista) continuam as pilhas de pedras roladas.
Foi barracão de resineiro.
Telha canudo da Fábrica: CARRIÇA - COJA.
São raras as telhas de produção em fábrica; a maioria é de fabricação artesanal.
Pela variedade de materiais, houve várias épocas de construção.
Aqui a terra é em barro vermelho.
Ver também: "A ACTIVIDADE MINEIRA EM PORTUGAL DURANTE A IDADE MÉDIA" Luís Miguel Duarte.
Igualmente: "TRABALHOS DE ARQUEOLOGIA 50/5" IGESPAR.
Igualmente: "HISTORIA CHRONOLOGICA, E CRITICA DA REAL ABBADIA DE ALCOBAÇA".
Pelo que nos diz este blogue: http://mouramorta.blogspot.pt/search/label/Foral
Em Moura Morta, Vila Nova de Poiares, também existiam Morouços, mas foram destruídos.
A estes montes de seixos se chama: Morouços.
O que teria levado os romanos a fazerem transportar para o alto deste monte, milhares de toneladas de pedra rolada, retirada do rio Alva.
Seria trabalho escravo imposto aos lusitanos?
Esta área devia ser considerada monumento universal ao trabalho, pago ou escravo.
Não acredito que o ouro retirado do rio, fosse em quantidade para pagar este trabalho.
Parece ser sempre a mesma área, mas não é; tem vários hectares.
Com a chegada das chuvas a vegetação volta a cobrir este espaço, e, só no próximo incêndio é possível visualizar este património. Por isto, tiramos o máximo de fotografias desta área. É uma memoria que fica, pois aqueles que deveriam proteger o património, estão mais preocupados com o dia à dia das suas vidas privadas.
Foi barracão de resineiro.
Telha canudo da Fábrica: CARRIÇA - COJA.
São raras as telhas de produção em fábrica; a maioria é de fabricação artesanal.
Pela variedade de materiais, houve várias épocas de construção.
Aqui a terra é em barro vermelho.
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