Para aqueles que estão convencidos que era tudo a mesma coisa, quer fosse no Continente ou nas Colónias. Estes avisos provam que a equivalência do Franco Ouro não era a mesma para as taxas telegráficas e os portes das correspondências.
Pela fricção que tem provocado este blogue, somos obrigados a continuar com as provocações para com aqueles que se julgam detentores do conhecimento filatélico, como se, tivessem vivido na época dos selos da emissão D. Maria. O desconhecimento é prioritário para quem quer esconder o que a todos é licito mostrar, quando alguém se julga com o direito de ter, só para si, um espaço que é público, espaço esse, que é de todos os que se interessam por este, ou outro qualquer tema filatélico. A área dos selos Borja Freire a todos pertence, não é apenas de alguns, podemos não ter os selos, isso não impede de termos conhecimento da sua raridade. Todos conhecemos esse tipo de gente, julgam que só a eles compete ter o conhecimento, escondendo de todos os que por falta de tempo, ou, não tenham a seu tempo, tido a possibilidade de adquirirem as obras que nos facultam o conhecimento filatélico. Quando erramos, apressa-se a apontar o erro (que muito agradecemos). Quando mostramos alguma novidade por eles desconhecida, remetem-se ao silêncio: a falta de dignidade é patente. Sempre ouvimos dizer que de conhecedores que não tornam publico o conhecimento, está o cemitério cheio. Dito isto: podem esses senhores guardar para si esse conhecimento, pois estamos cá para divulgar o que de mais notável tem a filatelia portuguesa. Podem contar connosco para a divulgação do conhecimento filatélico, todos tem direito a conhece-lo. Quanto aos outros: podem continuar a coçar os cotovelos........... A prova de tudo que acima escreve-mos, está na procura do Google: Dona Maria 5 réis, está no topo. A razão é que: O CAMINHO QUE ESCOLHEMOS É O ACERTADO.
O insignificante que se encontra radicado na Suíça e se dá pelo nome de FBernardo, pensando que o que escrevemos acima, em algum ponto, a ele se referia, recorreu ao insulto torpe e covarde, mostrando tudo aquilo que é, um pobre coitado caído de para-quedas na filatelia, valendo-se da ignorância de meia dúzia de infelizes que o bajulam.
Em tempos, foi reduzido à insignificância no que toca a conhecimentos na área das ATM's, agora, talvez por se sentir diminuído pelas nossas intervenções no fórum Selos Postais, quis acreditar que lhe estávamos a dar algum tipo de valor quanto a conhecimentos filatélicos. É tão pequenino, que até mete dó.
Carta de Leiria para Santarém 7-SET-1922. Selo Ceres de 10 centavos a franquiar carta. Porte até 20 gramas desde 1-1-1921 VCNC: fenda no arco do P de República, semelhante a um F.
Decreto nº 7:220 para vigorar a partir de 1-1-1921.