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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Papier D´arménie


A história do livrinho da Arménia começou no final do século XIX. Auguste Ponsot, viajando pela Arménia, então pertencente ao Império Otomano. Descobre o perfume que os habitantes usavam a desinfectar as suas casas pela queima do bálsamo "Benjoim".
Famoso desde a antiguidade por ser expectorante, anti-séptico e cicatrizante, o bálsamo de "benjoim" foi usado para tratar a asma, tosse e rouquidão. Ele é creditado como força purificadora, cuja finalidade principal é eliminar todas as emoções e pensamentos impuros e grosseiros.

Auguste vai adoptar o costume na França, com o farmacêutico Henri Rivier, dissolvem o bálsamo "Benjoim" com álcool 90 º, humedecido em papel mata-borrão.
A "alquimia" que fez Henri Rivier será muito útil: o livrinho da Arménia é sucesso de higiene durante as exposições de Paris em 1888 e 1889.

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